Cursos Tecnlógicos em expansão

junho, 30 dAmerica/Sao_Paulo 2011 por admin

No Super Educação, matéria publicadas todas segundas no jornal Super, dessa segunda-feira, 27/06, foi publicada uma coluna sobre a expanão do cursos tecnlógicos os cursos tecnológicos no Brasil, com destaque para os cursos oferecidos no UNI-BH.

Destaque para o aluno Guilheme Guimarães do curso Sistemas para Internet que fala sobre o sua empresa.

super-educaaao_27_6_2011

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Curso de SharePoint 2010 finalizado com sucesso

junho, 28 dAmerica/Sao_Paulo 2011 por tecnologiadainformacao
O curso de extensão de SharePoint 2010 foi realizado com sucesso entre os dias 21/05/2011 à 18/06/2011 aos sábados. O curso foi ministrado pelo professor da instituição André Montevecchi em parceria com a BHS (www.bhs.com.br) e os 3 mais bem avaliados ganharam uma vaga de estágio na BHS na área de SharePoint. Os alunos selecionados foram:
  • THOMAZ HENRIQUE MUELLER, 1° período de Sistemas para Internet.
  • CRISTIANE SOARES DE SOUZA, 3° período de Gestão de Tecnologia da Informação.
  • GUILHARD FERREIRA CORRÊA, 5° período de Ciência da Computação.
No dia 18/06 os alunos do curso apresentaram um projeto para uma banca examinadora formada pelo instrutor do curso, André Montevecchi, pelo presidente da BHS, Gilberto Fialho, pelo diretor da BHS (filial São Paulo), André Xavier e pela analista da qualidade da BHS, Eyre Montevecchi.
Parabéns aos alunos que participaram do curso!

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Reativação do Blog do Curso - GTI

junho, 6 dAmerica/Sao_Paulo 2011 por admin


Prezados alunos, ex-alunos, egressos e ilustres visitantes do UNI-BH! Gostaria de comunicar que, a partir de hoje (06/junho/2011) o blog do curso será reativado.

Esse espaço é do curso. Para mantê-lo atualizado é fundamental a contribuição de todos.

Enviem sugestões de publicações para walisson.carvalho@unibh.br

um abraço,

Walisson

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BH tem 1,3 mil empresas de TI

fevereiro, 8 dAmerica/Sao_Paulo 2009 por tecnologiadainformacao

Prestes a entrar na reta final do curso de ciência da computação, os estudantes Artur Jeber e Rodrigo Barbosa já são donos da própria empresa, a Don Jeber Computação e Artes Visuais. Os colegas de turma apostaram, há dois anos e meio, no forte aquecimento do mercado e não se arrependeram. “É uma área muito promissora. Hoje desenvolvemos softwares para o setor de educação, aplicando alta tecnologia especialmente para o ensino a distância”, explica Rodrigo. Observar o andamento do mercado e apostar no nicho com sinais de grande ampliação foi o segredo. “Resolvemos apostar nessa ideia de curso on-line e hoje criamos soluções para melhoria do desempenho do ensino”, ressalta Artur.

A pequena empresa dos estudantes de computação segue o perfil mais comum de empreendimentos na Grande BH. Dos 1,3 mil negócios na área de software, 60% são formados por micro e pequenas empresas, que empregam mais de 7,2 mil pessoas, segundo dados do Sebrae Minas. “Para os próximos anos, o foco está em tecnologias que permitam mobilidade do usuário, consolidação da internet móvel e sensores de localização”, explica Carla Batista Ribeiro, analista da unidade de indústrias e territoriais do Sebrae. Ainda segundo a instituição, somente 35% dessas empresas vendem para fora do estado, enquanto as exportações se restringem a apenas 5% dessa fatia.

Números que a Squadra, empresa de software voltada para os setores de telecom, finanças e governo, quer mudar. Com sede em Belo Horizonte, a empresa já tem filiais próprias no Distrito Federal e Rio de Janeiro e pretende focar seus esforços agora no mercado paulista. Isso tudo sem esquecer as oportunidades do mercado externo. “Já somos filiados de um grupo de empresas que, com o apoio da Apex, vai fortalecer a atuação fora do país. Porém, o alvo de expansão este ano será São Paulo, principalmente na exploração dos mercados de finanças e serviços”, explica André Cioffi, diretor-presidente da empresa.

Grande beneficiada do aquecimento econômico dos últimos anos, a Squadra cresceu 40% em 2007 e 70% em 2008. Ainda sem sentir os efeitos da crise econômica, André prevê uma expansão de 40% dos negócios. Para alcançar os resultados esperados, vagas de trabalho não faltam. “Hoje são 320 empregados e, somente em janeiro, contratamos 25 pessoas. Já estamos pensando inclusive em outras opções para suprir a demanda por pessoal, como captar novos talentos no interior do estado”, explica André.

Segundo dados da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), que prevê um orçamento de R$ 200 milhões para o setor este ano, somente sete empresas mineiras estão habilitadas a exportar. “Pretendemos certificar mais cinco por ano até 2011”, afirma o secretário Alberto Portugal.

Considerado o terceiro polo mais importante do Brasil pela Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), Minas Gerais fica atrás apenas de São Paulo e Santa Catarina no mercado de software. Um dos grandes problemas do setor, que justifica as dificuldades de exportação, continua sendo o alto encargo trabalhista, que diminui a competitividade do produto nacional. “Já houve uma desoneração da folha de pagamento, mas o governo pretende taxar este setor, o que pode comprometer ainda mais nossa participação no mercado mundial”, avalia José Cursele, presidente da Abes.

Fonte: Estado de Minas

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Tecnologia da informação espanta desemprego

fevereiro, 8 dAmerica/Sao_Paulo 2009 por tecnologiadainformacao

Nem só de demissões e retração de investimentos é feita a turbulência econômica mundial. Pelo menos não para o setor de tecnologia da informação (TI). Apesar da queda da demanda em grandes empresas do setor, como Dell, Hewlett-Packard (HP) e Nokia, e da redução das perspectivas de crescimento para este ano, os resultados esperados passam longe da retração. É o que aposta a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), que prevê um crescimento de 6% do mercado de TI no país em 2009, percentual quase duas vezes superior à expansão do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, de 3,2%, estimada pelo governo federal e Banco Central (as projeções do mercado e Fundo Monetário Internacional para o PIB são mais modestas, em torno de 0,5%).

Apesar da desaceleração do ritmo de crescimento, que vinha na casa dos 10% ao ano, o setor não vai deixar de gerar postos de trabalho e grande parte do impulso da produção virá das novas oportunidades de negócios, tanto no mercado interno quanto fora dele. Para a Brasscom, 40 mil vagas devem ser abertas para a área em todo o Brasil somente este ano. “Em tempos de crise, a tecnologia da informação é uma ótima ferramenta para corte de custos e aumento da produtividade e uma alternativa aos efeitos da retração da economia”, explica Antônio Gil, presidente da Brasscom.

Em Minas Gerais, o segmento de software, que elevou o faturamento para R$ 2,8 bilhões em 2008, alta de 25%, segundo a Sociedade Mineira de Software (Fumsoft), vai manter o forte ritmo de produção. “O segmento deve crescer, em média, 20% em todo o Brasil, e Minas pode superar essa taxa de expansão, atingindo 25%”, avalia Mauro Lambert, assessor de tecnologia da Fumsoft. Com 20 mil empregos formais no estado, a carência de mão-de-obra ainda é um entrave ao desenvolvimento do setor, que concentra 90% do contingente de trabalhadores na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Para ter uma ideia, de 2000 a 2007, o mercado de trabalho no segmento de software cresceu 358% na Grande BH, passando de 1,5 mil para 7,2 mil profissionais com carteira assinada no período.

No cenário nacional, a situação não é diferente. Segundo a Brasscom, somente em 2008 mais de 30 mil vagas na área de TI em todo o país ficaram em aberto. A perspectiva é de que a alta demanda por mão-de-obra continue, já que apenas 44 mil novos profissionais devem entrar na concorrência por uma colocação nesse mercado, para 70 mil postos de trabalho que estarão à disposição. Resultados que serão alcançados somente segundo uma avaliação com foco no mercado brasileiro.

Se depender da perspectiva da IT Data, de expansão de 30% do mercado de offshore outsourcing, em que as empresas terceirizam o serviço de tecnologia em outro país, a previsão da Brasscom chega a 100 mil vagas abertas no país até 2011. Segundo Gil, o outsourcing deve movimentar US$ 84 bilhões em 2009 no mundo inteiro. Somente a Índia vai abocanhar US$ 60 bilhões dessa fatia, que ainda é disputada pela Rússia, Filipinas, Brasil e México. Nessa corrida pela segunda colocação, o Brasil deve levar vantagens. “Somos o oitavo maior mercado interno do mundo e ainda temos muito potencial para crescer. Não ocuparemos a segunda colocação este ano, mas entre os países na disputa, temos o maior potencial de expansão e, em quatro anos, devemos estar atrás da Índia no domínio do setor”, avalia.

Chegar a essa colocação não será uma tarefa fácil para o país, que comanda apenas 1% no mercado mundial e que, em 2008, exportou apenas US$ 800 milhões em TI. Para atingir a meta de US$ 1,3 bilhão de exportações em 2009 e de US$ 2,5 bilhões em 2010, a Agência Brasileira de Promoção e Investimentos (Apex Brasil) já divulgou investimentos de R$ 29,4 milhões. O Vale da Eletrônica mineiro, cujo epicentro está localizado na pequena Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, será um dos polos brasileiros beneficiados pelos incentivos e pretende sair dos atuais 10% de produção destinada ao mercado externo para 15% até março de 2011.

Além do Vale da Eletrônica (também conhecido como Vale do Silício brasileiro, numa referência à Califórnia, nos EUA), Minas ainda conta com polos de excelência do setor espalhados pelo estado e pode chegar a concentrar cinco parques tecnológicos até 2012. Um deles, o BHTec, deve iniciar as operações no câmpus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2010. Para estimular o desenvolvimento de produtos de alta tecnologia, o governo do estado já anunciou investimentos na criação do Parque Industrial de Tecnologia para atrair investimentos de empresas mundiais para a região.

Fonte: Estado de Minas

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Clique antes de sair de casa

dezembro, 12 dAmerica/Sao_Paulo 2008 por tecnologiadainformacao

Das ruas e avenidas da cidade direto para a tela do computador. As rotas do transporte público de Belo Horizonte agora estão disponíveis na internet, no site do Google Mapas (www.google.com.br/mapas). A empresa assinou ontem um convênio com a BHTrans para que os passageiros do transporte público possam acessar os melhores itinerários, os pontos de embarque e desembarque mais próximos e o meio de transporte mais adequado – ônibus ou metrô – para se deslocar na capital. A parceria, inédita na América Latina, também foi firmada, ao mesmo tempo, na capital paulista.


A nova ferramenta oferece, ao alcance de um clique, a rota das 268 linhas de ônibus que circulam na cidade, os horários de partida e o tempo de viagem estimado para determinado trajeto. Para cada pesquisa feita pelo internauta, o programa de computador oferece, no mínimo, três opções de deslocamento que levam em conta o custo, a rapidez e o número de transferências a serem feitas pelo passageiro. Outra vantagem é a facilidade de inclusão de rotas a pé até os pontos de ônibus ou estações de metrô, além da alta resolução das imagens oferecidas pelos mapas e fotos de satélite.


O mesmo serviço oferecido nos computadores também está disponível no celular: basta acessar a internet no aparelho móvel. “O programa ajuda o cidadão a descobrir como usar o transporte público da cidade. Ele pode digitar um endereço, uma praça, um parque ou um ponto comercial de referência e o Google vai indicar quantos metros ele vai caminhar até o ponto de ônibus, qual linha ele deve tomar, se é necessário usar o metrô ou outro coletivo, onde deve desembarcar e o melhor caminho a pé para chegar ao destino final”, explica o gerente de produtos do Google Mapas no Brasil e na América Latina, Marcelo Quintella.


A expectativa da BHTrans é de que a ferramenta consiga atrair novos passageiros para o sistema. “Pesquisas da empresa indicam que cerca de 20% dos usuários exclusivos do transporte privado não usam ônibus e metrô por falta de informação. Com a novidade, deve aumentar o número de pessoas nos coletivos e ainda a qualidade de vida da população, que vai ter acesso a dados mais precisos e atualizados das linhas”, afirma o diretor-presidente da BHTrans, Ricardo Mendanha. O site da empresa (
www.bhtrans.pbh.gov.br) vai oferecer um link direto para a página eletrônica do Google Mapas.


NO AR


O novo programa está sendo colocado no ar, gradativamente, desde a tarde de ontem. Segundo o Google, a previsão é de que a ferramenta esteja disponível 100% até o início da semana que vem. Para quem depende de ônibus e metrô todos os dias, a novidade é bem-vinda. “Acredito que vai nos ajudar muito. É impossível saber todas as linhas de ônibus de cor, mesmo para quem conhece bem a cidade. E o lugar mais fácil de conseguir as informações é a internet. Acho vantagem ter atualizados os horários e os itinerários”, diz a enfermeira Patrícia Cunha, de 30 anos.


As rotas de transporte público são oferecidas pela internet em 75 cidades da Europa e dos Estados Unidos. Na América Latina, Belo Horizonte e São Paulo foram os primeiros municípios a assinarem o convênio, depois de cinco meses de estudos. A parceria não prevê investimento financeiro de nenhuma das partes e o Google informou que outras cidades do país negociam a implantação da ferramenta.

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Governo federal economiza R$ 30 milhões com software livre

dezembro, 9 dAmerica/Sao_Paulo 2008 por tecnologiadainformacao

Somente em 2008 o governo federal economizou 30 milhões de reais com o uso de software livre e o conseqüente não pagamento de licenças. A declaração foi feita por Marcos Mazoni, presidente  do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), no primeiro dia do Free Software Rio – Congresso Internacional de Software Livre para o Setor Público, que acontece no Rio de Janeiro até esta terça-feira (09/12). “Podemos afirmar isso sem medo de errar. Só com correio eletrônico, foram 10 milhões de reais de economia. Com banco de dados, mais 15 milhões de reais poupados”, revela.
Mazoni falou ainda da economia gerada nas casas lotéricas, em cujas estações de trabalho foram implementados softwares livres desde 2007. “Se considerarmos que as licenças para cada máquina custariam cerca de 1 mil reais por ano, a Caixa Econômica Federal teve 24 milhões de reais de economia do ano passado para este. E, como a cada ano a renovação de licenças custaria a mesma coisa, essa será uma economia anual”, exemplifica Mazoni.


Para conhecer melhor a situação na prática, o Serpro está coordenando um levantamento sobre a utilização de software livre nos órgãos da esfera federal. Inicialmente prevista para ser concluída no final de novembro, a finalização da pesquisa foi adiada em cerca de três semanas para dar tempo de todos os órgãos enviarem informações completas. “Até o final do ano teremos os dados fechados”, afirma Mazoni, lembrando que os dados anteriores são de dois anos atrás e, por isso,defasados.

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Conselho federal de informática: ele pode estar mais perto do que você pensa

novembro, 18 dAmerica/Sao_Paulo 2008 por tecnologiadainformacao

Um projeto que tramita no Senado Federal pretende regulamentar o mercado profissional de Tecnologia da Informação. De autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO), o projeto de lei n° 607, de 2007, inicialmente pretendia regulamentar a profissão de analista de sistemas, mas foi expandido para regular diversas profissões em TI.


De forma geral, o PLS 607 exige que os profissionais de TI tenham diplomas universitários ou exerçam a atividade por mais de cinco anos. No caso, isso valeria para os formados em análise de sistemas, informática, ciência ou engenharia da computação, processamento de dados e sistemas ou tecnologia da informação.


A lei também prevê a criação do Conselho Federal de Informática (CONFEI) e dos Conselhos Regionais de Informática (CREI), que ficaram responsáveis por “zelar pela observância dos princípios da ética e disciplina profissionais, e pela fiscalização do exercício das profissões regulamentadas nesta Lei”. Além disso, o CONFEI cobraria do profissional uma taxa anual.


Os conselhos teriam autonomia administrativa e financeira, funcionando como uma autarquia no modelo de outros conselhos profissionais. O CONFEI será formado por nove membros efetivos eleitos em assembléia. Caberia ainda ao conselho identificar as especializações dos profissionais de informática e estabelecer suas denominações e atribuições, além de julgar profissionais acusados de quebra de ética.


Cada estado teria seu conselho regional. O número de membros efetivos e suplentes do CREI será determinado pelo CONFEI. Os mandatos terão duração de dois anos sem possibilidade de reeleição.
A renda dos conselhos regionais viria de anuidades cobradas dos profissionais inscritos. O CONFEI ficaria com 20% da arrecadação. Os dois conselhos ainda poderão receber doações e ter outros rendimentos eventuais, não especificados no texto.


O projeto também abrange os profissionais de nível técnico. No caso, para exercer a atividade, o profissional teria de ter diploma de ensino médio do curso técnico de informática, de programação de computadores ou exercer a profissão por, no mínimo, quatro anos.


A principal polêmica do projeto, que foi discutido em uma audiência pública realizada na semana passada, gira em torno da liberdade do exercício da profissão. Os presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Técnicos de Informática e Similares (Fenainfo), Maurício Mugnaini, e da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), José Carlos Maldonado, se posicionaram contra o projeto.
Os dois entregaram ao presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde o projeto está sendo analisado, um outro projeto de lei estabelecendo que “é livre em todo território nacional o exercício de qualquer atividade econômica, ofício ou profissão relacionada com a informática, independentemente de diploma de curso superior, comprovação de educação formal ou registro em conselhos de profissão”.


Segundo os presidentes, o PLS 607 prejudica profissionais de outras profissões, como engenheiros e médicos, que trabalham na área de tecnologia da informação. Segundo Wagner Fraga Friaça, chefe de gabinete do autor do projeto, o senador Expedito Júnior não pretende abordar o assunto no texto do projeto.


De acordo com Friaça, a questão foi comentada pela primeira vez na audiência pública da semana passada. De qualquer forma, o senador deve conversar com o relator do projeto, o senador Marcone Pirillo (PSDB-GO), sobre o assunto.


No momento, o PLS 607 está sendo analisado pela CCJ. O projeto já passou pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), tendo sido aprovado como substitutivo.
Ainda não há previsões de quando ele será levado ao plenário para votação.

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GTI News

novembro, 7 dAmerica/Sao_Paulo 2008 por tecnologiadainformacao

A nova GTI News, newsletter criada por alunos do curso de Gestão de Tecnologia da Informação (TI) do Uni-BH, já está circulando pela internet. Nesta edição, o tema “formatura” recebeu destaque.

O tema “formatura” surgiu a partir de um convite dos alunos do 3º período da Gestão de TI aos alunos do curso de Sistemas de Internet (com previsão para formatura no 2º semestre de 2009) para se unirem em uma única formatura. Dessa forma, seria possível realizar, da melhor maneira possível, uma festa de formatura à altura de suas conquistas. O veículo ainda abordou as novidades tecnológicas, em um artigo sobre o lançamento de um novo notebook da Apple, e o Dia dos Professores.

Como de costume, o GTI News guardou espaço para brincar com um dos alunos do curso. Desta vez, a “vítima” foi Lucas Gabriel, “especialista em julgamento de causas tecnológicas”.

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Encontro Mineiro de Software Livre 2008 será no UNI-BH

outubro, 28 dAmerica/Sao_Paulo 2008 por tecnologiadainformacao

O Encontro Mineiro de Software Livre 2008 será realizado no UNI-BH. O evento ocorrerá no campus Estoril do Uni-BH, entre os dias 26 e 29 de novembro. A iniciativa é da Minas Livre e do Movimento de Software Livre, em parceria com a Instituição.

O Encontro tem a colaboração dos cursos de Gestão de Tecnologia da Informação, Sistemas para Internet e Ciência da Computação do Uni-BH.

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